Passsei toda a minha vida escolar em uma mesma escola, no Instituto de Educação Nossa Senhora Medianeira, em Barra do Piraí, cidade de 100 mil habitantes no interior do Rio de Janeiro.
Minha mãe é professora de português do Medianeira até hoje e lá sempre tive não apenas professores, mas também padrinhos e madrinhas.
A escola é franciscana e atende desde a crecha até o Ensino Médio e alguns cursos técnicos.
Tenho muitas lembranças daqueles tempos: das casinhas e salas gigantes no jardim de infancia, que inexplicavelmente encolheram quando voltei lá durante o Ensino Médio. Lembro também da dificuldade que era a cada dia ser deixado na escola. Minha mãe tinha que se atrasar no trabalho para ficar algunas minutos brincando comigo, distraiando-me até desaparecer subtamente, enrolando e dizendo que não ia demorar. E eu chorava, chorava, chorava... até iniciar as competições para ver quem levava mais desenhos para casa
Já na terceira série (hoje quarto ano) lembro do terror que a minha turma passava a professora. Chegando ao ponto dela deseperada com a indisciplina , escrever mais de 40 regras disciplinares e espalhar por toda a sala para ver se conseguia nos conter.
Na alfabetização (primeiro ano) um fato curioso: faltei no dia em que a professora ensinou a letra B. Formei-me com a letra B em branco na minha cartilha.
A partir da quinta série (sexto ano), com a intensificação dos trabalhos em grupo, eu e mais cinco amigos formamos um grupo que iria me acompanhar até o Ensino Médio e de certa forma até a Universidade.
Foram bons anos de estudo e amizade. Estudei bastante até o 2º anos do Ensino Médio. No 3º ano resolvi dar uma freada nos estudos para aproveitar mais o último ano na escola. Matávamos aula para nos reunirmos e assistirmos filmes e no dia seguinte a professora de química, curiosa para contarmos qual filme tínhamos assistido.
Lembro também que sempre tentei me elegar representante dfe turma, até a 7ª série (8º ano) tive apenas o meu voto, depois venci todas as eleições até o 3º ano.
A escola me traz boas lembranças. Terminei os meus estudos e me despedi de Barra do Piraí, aproveitando cada momento, sendo muito feliz e por isso penso semptre que não sinto falta do passado, já que foi intensamente vivido, sinto falta daquele presente, que tento mante vivo nos dias de hoje.
sexta-feira, 28 de setembro de 2007
Meus tempos de escola
Passsei toda a minha vida escolar em uma mesma escola, no Instituto de Educação Nossa Senhora Medianeira, em Barra do Piraí, cidade de 100 mil habitantes no interior do Rio de Janeiro.
Minha mãe é professora de português do Medianeira até hoje e lá sempre tive não apenas professores, mas também padrinhos e madrinhas.
A escola é franciscana e atende desde a crecha até o Ensino Médio e alguns cursos técnicos.
Tenho muitas lembranças daqueles tempos: das casinhas e salas gigantes no jardim de infancia, que inexplicavelmente encolheram quando voltei lá durante o Ensino Médio. Lembro também da dificuldade que era a cada dia ser deixado na escola. Minha mãe tinha que se atrasar no trabalho para ficar algunas minutos brincando comigo, distraiando-me até desaparecer subtamente, enrolando e dizendo que não ia demorar. E eu chorava, chorava, chorava... até iniciar as competições para ver quem levava mais desenhos para casa
Já na terceira série (hoje quarto ano) lembro do terror que a minha turma passava a professora. Chegando ao ponto dela deseperada com a indisciplina , escrever mais de 40 regras disciplinares e espalhar por toda a sala para ver se conseguia nos conter.
Na alfabetização (primeiro ano) um fato curioso: faltei no dia em que a professora ensinou a letra B. Formei-me com a letra B em branco na minha cartilha.
A partir da quinta série (sexto ano), com a intensificação dos trabalhos em grupo, eu e mais cinco amigos formamos um grupo que iria me acompanhar até o Ensino Médio e de certa forma até a Universidade.
Foram bons anos de estudo e amizade. Estudei bastante até o 2º anos do Ensino Médio. No 3º ano resolvi dar uma freada nos estudos para aproveitar mais o último ano na escola. Matávamos aula para nos reunirmos e assistirmos filmes e no dia seguinte a professora de química, curiosa para contarmos qual filme tínhamos assistido.
Lembro também que sempre tentei me elegar representante dfe turma, até a 7ª série (8º ano) tive apenas o meu voto, depois venci todas as eleições até o 3º ano.
A escola me traz boas lembranças. Terminei os meus estudos e me despedi de Barra do Piraí, aproveitando cada momento, sendo muito feliz e por isso penso semptre que não sinto falta do passado, já que foi intensamente vivido, sinto falta daquele presente, que tento mante vivo nos dias de hoje.
Minha mãe é professora de português do Medianeira até hoje e lá sempre tive não apenas professores, mas também padrinhos e madrinhas.
A escola é franciscana e atende desde a crecha até o Ensino Médio e alguns cursos técnicos.
Tenho muitas lembranças daqueles tempos: das casinhas e salas gigantes no jardim de infancia, que inexplicavelmente encolheram quando voltei lá durante o Ensino Médio. Lembro também da dificuldade que era a cada dia ser deixado na escola. Minha mãe tinha que se atrasar no trabalho para ficar algunas minutos brincando comigo, distraiando-me até desaparecer subtamente, enrolando e dizendo que não ia demorar. E eu chorava, chorava, chorava... até iniciar as competições para ver quem levava mais desenhos para casa
Já na terceira série (hoje quarto ano) lembro do terror que a minha turma passava a professora. Chegando ao ponto dela deseperada com a indisciplina , escrever mais de 40 regras disciplinares e espalhar por toda a sala para ver se conseguia nos conter.
Na alfabetização (primeiro ano) um fato curioso: faltei no dia em que a professora ensinou a letra B. Formei-me com a letra B em branco na minha cartilha.
A partir da quinta série (sexto ano), com a intensificação dos trabalhos em grupo, eu e mais cinco amigos formamos um grupo que iria me acompanhar até o Ensino Médio e de certa forma até a Universidade.
Foram bons anos de estudo e amizade. Estudei bastante até o 2º anos do Ensino Médio. No 3º ano resolvi dar uma freada nos estudos para aproveitar mais o último ano na escola. Matávamos aula para nos reunirmos e assistirmos filmes e no dia seguinte a professora de química, curiosa para contarmos qual filme tínhamos assistido.
Lembro também que sempre tentei me elegar representante dfe turma, até a 7ª série (8º ano) tive apenas o meu voto, depois venci todas as eleições até o 3º ano.
A escola me traz boas lembranças. Terminei os meus estudos e me despedi de Barra do Piraí, aproveitando cada momento, sendo muito feliz e por isso penso semptre que não sinto falta do passado, já que foi intensamente vivido, sinto falta daquele presente, que tento mante vivo nos dias de hoje.
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
Não aguento mais essa UERJ!
Vida difícil!
Tanta coisa pra fazer, pra estudar e ainda fui assaltado pela quarta vez no ano. Dessa vez foi no primeiro dia no novo endereço. Deve ser pq não sou do Rio hahahah
Saudades de Barra do Piraí. Daquela cidade pequena, onde todos comentam e vigiam a sua vida hhahahha. Talvez por isso não tem tantos assaltos. Todos ja são um pouco assaltantes e compartilham a sua vida contigo ehhehehehe
Na uerj muita coisa pra fazer. Um monte de disciplinas pra assistir. Tudo isso para terminar logo esse curso. Resta saber se chegarei vivo ao final.
Como se não bastasse, vários compromissos institucionais, nessa universidade que ta cada vez pior. E agora ainda tem as Eleições para reitor. Será que alguma coisa muda?
Será que são todos iguais?
Pelo menos uma coisa todos concordam a uerj precisa de cura e cuidados. Em todas as chapas tem um médic@ hahahahhahah
Quanta correria. Cada vez mais.
Agora fico a refletir. Será que conseguirei encarar centenas de alunos, provas e trabalhos por 480,00?
Grande destino!!
Abs
Tanta coisa pra fazer, pra estudar e ainda fui assaltado pela quarta vez no ano. Dessa vez foi no primeiro dia no novo endereço. Deve ser pq não sou do Rio hahahah
Saudades de Barra do Piraí. Daquela cidade pequena, onde todos comentam e vigiam a sua vida hhahahha. Talvez por isso não tem tantos assaltos. Todos ja são um pouco assaltantes e compartilham a sua vida contigo ehhehehehe
Na uerj muita coisa pra fazer. Um monte de disciplinas pra assistir. Tudo isso para terminar logo esse curso. Resta saber se chegarei vivo ao final.
Como se não bastasse, vários compromissos institucionais, nessa universidade que ta cada vez pior. E agora ainda tem as Eleições para reitor. Será que alguma coisa muda?
Será que são todos iguais?
Pelo menos uma coisa todos concordam a uerj precisa de cura e cuidados. Em todas as chapas tem um médic@ hahahahhahah
Quanta correria. Cada vez mais.
Agora fico a refletir. Será que conseguirei encarar centenas de alunos, provas e trabalhos por 480,00?
Grande destino!!
Abs
sábado, 22 de setembro de 2007
Aê, tá foda!
Esse é um post interno dedicado para os integrantes desse grupo:
Será que dá pra alguém colaborar com o blog?
É simples, "escrever e coçar, basta principiar" diria meu avô poeta. Apaixonado pela minha vó, lhe dedicou prosas e versos, bilhetes e canções, uma vida inteira de dedicação e amor. Show de bola, tentei seguir seu exemplo, mas já acumulo três divórcios. Sei lá, a vida contemporânea é meio escrota, ou eu sou um escroto completo, melhor: fui escroto. Mas todo mundo o é. Em maior ou menor grau, todos temos um Renan Calheiros dentro de nós. Viado, maconheiro, filho da puta, pizzaiolo dos infernos. Sem crise, o mundo gira, até pomba gira, o dele está reservado. Ou não... Foda-se. Democracia é essa merda, um bando de babacas filhos da puta, comprando votos com promessas, tijolos, cestas básicas. E a massa otária e interesseira, vota. Não dá pra falar de política sem usar palavras chulas. Se meu avô estivesse vivo falaria: "que saudade da ditadura". É foda, né?
Viu gente? É fácil, tipo um monólogo, começa a falar usando as letras em vez da voz. No final fica um texto, não precisa de introdução, desenvolvimento e conclusão. Redação do vestibular ficou pra trás faz tempo. O lance agora é expor o pensamento. Se está feliz, distribua sorrisos. Se tá puto, manda todo mundo tomar no cú. "Simples assim. (tipo a propaganda da oi.)" O importante é preencher o blog com seu sangue, suor e lágrimas. Pode colocar foto, vídeo, música, links, mudar a cor. É teu, porra!
Será que dá pra alguém colaborar com o blog?
É simples, "escrever e coçar, basta principiar" diria meu avô poeta. Apaixonado pela minha vó, lhe dedicou prosas e versos, bilhetes e canções, uma vida inteira de dedicação e amor. Show de bola, tentei seguir seu exemplo, mas já acumulo três divórcios. Sei lá, a vida contemporânea é meio escrota, ou eu sou um escroto completo, melhor: fui escroto. Mas todo mundo o é. Em maior ou menor grau, todos temos um Renan Calheiros dentro de nós. Viado, maconheiro, filho da puta, pizzaiolo dos infernos. Sem crise, o mundo gira, até pomba gira, o dele está reservado. Ou não... Foda-se. Democracia é essa merda, um bando de babacas filhos da puta, comprando votos com promessas, tijolos, cestas básicas. E a massa otária e interesseira, vota. Não dá pra falar de política sem usar palavras chulas. Se meu avô estivesse vivo falaria: "que saudade da ditadura". É foda, né?
Viu gente? É fácil, tipo um monólogo, começa a falar usando as letras em vez da voz. No final fica um texto, não precisa de introdução, desenvolvimento e conclusão. Redação do vestibular ficou pra trás faz tempo. O lance agora é expor o pensamento. Se está feliz, distribua sorrisos. Se tá puto, manda todo mundo tomar no cú. "Simples assim. (tipo a propaganda da oi.)" O importante é preencher o blog com seu sangue, suor e lágrimas. Pode colocar foto, vídeo, música, links, mudar a cor. É teu, porra!
sexta-feira, 14 de setembro de 2007
Começando...
Li uma vez num muro da Lapa: "O que vc está fazendo vai levá-lo onde quer chegar?". Aquilo me marcou de uma forma tão incisiva que não consigo mais deixar de me perguntar. A resposta varia sempre e por muitas ocasiões, inclusive quando li o grafite, estava fora da rota que havia escolhido.
Que sabedoria, não? Assim, exposta, gratuita.
A ética maniqueísta alerta, pq a escuridão se a luz está à disposição?
Fato é a beleza, o frescor matinal do orvalho que se espreguiça numa folha tenra, observando o sol nascente que brilha na minha direção, iluminando meu rosto feliz quando constato estar no caminho certo. É bom demais ter a consciência da escolha e a recompensa da certeza.
Conhecendo o objetivo, fica fácil. Basta um pouco determinação quando sair da estrada. Pode ir, visitar, experimentar, curtir, mas, alguma hora, é preciso voltar a caminhar na direção daquele gozo melhor do mundo.
Somos consequência de nós mesmos, plantamos o que colhemos, dependemos da meteorologia e da boa vontade alheia dos polinizadores.
O que vc está fazendo hoje vai te deixar onde quer estar amahã?
Zé (ze.jorge@yahoo.com.br)
Que sabedoria, não? Assim, exposta, gratuita.
A ética maniqueísta alerta, pq a escuridão se a luz está à disposição?
Fato é a beleza, o frescor matinal do orvalho que se espreguiça numa folha tenra, observando o sol nascente que brilha na minha direção, iluminando meu rosto feliz quando constato estar no caminho certo. É bom demais ter a consciência da escolha e a recompensa da certeza.
Conhecendo o objetivo, fica fácil. Basta um pouco determinação quando sair da estrada. Pode ir, visitar, experimentar, curtir, mas, alguma hora, é preciso voltar a caminhar na direção daquele gozo melhor do mundo.
Somos consequência de nós mesmos, plantamos o que colhemos, dependemos da meteorologia e da boa vontade alheia dos polinizadores.
O que vc está fazendo hoje vai te deixar onde quer estar amahã?
Zé (ze.jorge@yahoo.com.br)
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